*Pensamentos pedagógicos na rede*



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Bem essa publicação não tem nada haver com as de sempre sobre meus pensamentos pedag'pgicos ou as minhas idéias sobre a pedagogia mas... é porq amanha é meu aniversário né entaum vim fazer uma simples e singela homenagem a mim mesma né hehehehehe! Bom q eu envelha com saúde rs...e q continue cada vez mais tendo idéias pro meu blog querido! Bjus a vcs q veen sempre aki ver minhas idéias! Feliz aniversário pra mim hehehehehe! Ah detalhe a amanha dia 21/07 faço 21 aninhos por isso ébem especial pra mim! rs...bjuz e ate a proxima!



Escrito por *kellynha* às 20h16
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Oque pensar sobre as dificuldades de aprendizagem em sala de aula!

As dificuldades devem ser interpretadas pelos educadores, não como fracassos, mas como desafios a enfrentar. Fazem parte da Aprendizagem, as Dificuldades de Aprendizagem. Algumas dessas dificuldades existem na vida de alguns alunos, independente da sua vontade ou de seus pais.  Esforçar-se, não é suficiente... Ninguém deseja ter dificuldades... Mas elas EXISTEM e não podem, simplesmente, ser IGNORADAS, tendo em vista os sérios transtornos que causam, não só ao próprio aluno, mas a seus familiares também. Precisamos lembrar que, se uma criança/adolescente passa grande parte de sua vida na instituição “ESCOLA” é justo que esta seja, no mínimo, um espaço de prazer, e não de insatisfação. A Escola não deve conter a significação de “campo de concentração”!

“O ato de ensinar implica numa ação comunicadora  e recíproca.”



Escrito por *kellynha* às 12h48
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Dificuldade para aprender???, saiba um poquinho mais sobre esse desafio

Um das reclamações mais freqüentes de pais, com filhos em idade escolar, é a de que as instituições de ensino, públicas ou privadas, populares ou burguesas, não têm dado uma resposta adequada e, em tempo hábil, às crianças que sofrem com as dificuldades de leitura e de escrita no ensino fundamental.

As dificuldades lectocritoras atingem ricos e pobres, brancos ou negros, europeus ou latinos, que estão nos bancos escolares.

Para se ter uma idéia da incidência das dificuldades escolares, no âmbito das instituições de ensino, salientaremos que entre 10% a 15% da população em idade escolar vão apresentar, em sala de aula, algum tipo de dificuldade de aprendizagem.

A escola ainda não responde, eficazmente, ao desafio de trabalhar com as necessidades educacionais das crianças especiais, especialmente às relacionadas com as dificuldades de linguagem como dislexia, disgrafia e disortografia.

A dislexia ocorre quando uma criança não lê bem ou não encontra sentido diante do texto escrito. A disgrafia e a ortografia se manifestam quando há dificuldade no plano da escrita ou do ato de escrever.

São os distúrbios de letras déficits que preocupam os pais porque sabem que o sucesso escolar de seus filhos depende, e muito, da aprendizagem eficiente da leitura, escrita e ortografia.

O que fazer se a dificuldade dos educandos está na palavra, no signo gráfico e não no texto como um todo? Alguém que tenha dificuldade de compreender uma palavra terá alguma chance concreta de entender bem uma frase? Terá sido eficiente a educação infantil ou a classe de alfabetização, quanto ao desenvolvimento cognitivo e leitor da criança, na preparação para a leitura inicial ou intermediária?

Muitos pais, sem uma resposta eficaz da escola, procuram, fora do ambiente escolar, profissionais como fonoaudiólogos, pediatras, neurologistas e psicopedagogos, na busca de superação do problema. Muitos profissionais, por seu turno, atuam, prontamente, na reeducação da linguagem verbal. Sugerem caminhos, entretanto as dificuldades de lectoescrita são específicas da leitura e da escrita.

Os que se aventuram a entender e a intervir, profissionalmente, na terapia das habilidades lingüísticas, devem conhecer sobremaneira aportes da teoria da aquisição, processamento e desenvolvimento da linguagem. Não é por acaso que, hoje, os profissionais de saúde (mais do que os professores) são os grandes leitores e autores de obras relacionadas com as patologias de linguagem. Há uma medicina pedagógica que já vem ocupando os vazios deixados pelos pedagogos tradicionais quando diante de situações em que as crianças não aprendem a escrever e a ler bem apesar de ter as condições objetivas oferecidas para uma formação eficaz.

Com a ajuda desses profissionais da educação e reeducação lingüística, que se dedicam à terapia da linguagem, bem como ao diagnóstico e intervenção psicopedagógica, o problema da dislexia, disgrafia ou disortografia, é amenizado, compensado, mas não significa a superação definitiva dos distúrbios.



Escrito por *kellynha* às 12h36
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